House party, Beardsley Zoo and Pez Visitor Center!

Sexta-feira passada fui para a minha primeira house party aqui nos EUA. Como a mais nova telespectadora de “How I Met Your Mother”, imaginei o cenário das festas na casa do Marshall e da Lily, com gente bebendo, jogando conversa fora, dando risada… sweet illusion. rs Fui com quatro amigos, incluindo duas meninas menores de 21 anos – o que significa que elas não tem permissão para ingerir qualquer tipo de bebiba alcoólica, segundo a legislação federal dos Estados Unidos. E não pensem que isso não seria problema por ser uma festa em residência privada! Aqui a Lei do Anfi­trião come solta e pune quem dá uma festa e permite o consumo de bebida alcoólica por meno­res de 21 anos não acompanhados pelos pais. Isso pode resultar em 2 ou até 4 anos de xilindró nos states! Tá pensando que é bagunça? Pois bem, falando em bagunça, chegamos na festa e a primeira impressão já não foi muito boa. Fomos recebidos pelos supostos donos da casa, bem bêbados, nos abraçando como se os conhecessemos há anos (não, nenhum de nós conhecia os indivíduos responsáveis pela festa) e insistindo para que ficássemos à vontade e nos divertíssemos muito. As festas aqui são assim mesmo: um chama o outro, o que vira um ciclo infinito que evidentemente dará MERDA, pois sempre haverá um louco para estragar tudo no meio (neste caso, LOUCOS, no plural da coisa). O local estava imensamente abafado, tinha cerveja e maconha para tudo que é lado, mal conseguia respirar. Ficamos do lado externo da casa, onde havia uma FOGUEIRA (adendo: estamos no verão e o calor está pegando) e uns caras bem doidões se jogando num riacho repetidamente, naquele BREU, onde eu só enxergava até onde a luz da fogueira permitia (essa mesma luz também me permitiu enxergar um pivete com cerca de 12 anos, no meio da bagunça, participando da festa… WTF?). De repente, as pessoas começam a cochichar, vejo rostos preocupados e, em segundos, cadê todo mundo? 80% da galera sumiu, olhei ao meu redor e ainda consegui ver algumas pessoas correndo para as montanhas (literalmente, pois a maioria das casas aqui fica dentro de uma “selva”) e se enfiando no primeiro buraco que encontravam. Fiquei assustada e perguntei o que estava acontecendo para o meu amigo e ele respondeu “Eles são como ratos. Falou em polícia, se escondem até em paredes”. HAHAHA Foi a cena mais hilária dos últimos tempos, nunca vou esquecer. É isso mesmo que vocês entenderam, a polícia apareceu na casa menos de meia hora após chegarmos lá. Saímos muito de fininho pelos fundos e fugimos em direção ao nosso carro. Quem nunca se meteu em cilada, não é mesmo? rs Pegamos o carro e não sabíamos o que fazer. Como as meninas não poderiam entrar em qualquer bar ou balada, acabamos na casa de um dos meus amigos e ficamos jogando beer pong até altas horas. Para quem não conhece, beer pong (também conhecido como beirut) é um jogo que teve origem em uma universidade aqui dos EUA na década de 50 e que foi evoluindo ao longos dos anos. Nos dias de hoje, com regras já bem diferentes das de antigamente, o jogo já é bastante conhecido (inclusive no Brasil, onde já existe uma LIGA BRASILEIRA DE BEER PONG! Inacreditável, gente! HAHA). Vou tentar dar uma breve explicacão de como funciona, para aqueles que nunca ouviram falar: Em primeiro lugar alinhamos 10 copos como se fossem pinos de boliche (em formato de um triângulo) em cada ponta de uma mesa grande. O jogo geralmente é composto por duas duplas, uma pra cada lado, e o objetivo é acertar as bolinhas nos copos do seu adversário (que estão cheios de cerveja). Cada copo acertado é retirado do monte e a dupla adversária deve beber o conteúdo do copo. A equipe que conseguir finalizar os copos do oponente, vence o jogo. É basicamente isso! Existem muitas regrinhas que não vou escrever aqui, porque não é bem o objetivo do post. Quem quiser saber mais sobre o jogo, é só pesquisar no Google ou entrar no site da liga brasileira AQUI.
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Mesa de beer pong organizada (Roubei do google, pois não tirei foto do início do jogo).
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Minha vez!
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12 coisas que aprendi nos EUA até agora

1- Aqui temos bibliotecas públicas de ótima qualidade – E põe qualidade nisso! Podemos pegar livros, filmes, seriados e até mesmo CDs, usufruindo do empréstimo por um mês e com direito a duas renovações antes da devolução. Aqui na cidade onde eu moro, West Hartford, as bibliotecas são todas “parceiras”, e oferecem acesso ao acervo inteiro da região. Se você está procurando por algum livro ou filme específico que não tem na biblioteca da sua cidade, você pode pedir aos bibliotecários e eles entram em contato com todas as outras unidades para trazer exatamente o que você está procurando, te avisando por e-mail quando recebem o seu pedido. Além dessa facilidade, a biblioteca tem um andar exclusivo para crianças (o que é ótimo para nós au pairs), com diversos brinquedos à disposição, 16 computadores com joguinhos, muitas opções de livros para o grupo etário de 2 a 15 anos, e também diversas atividades para crianças a cada semestre, como leitura de histórias, teatrinhos, atividades manuais (arts & crafts), etc. Além do mais, ainda podemos deixar o carro em um estacionamento conveniado, que fica ao lado da biblioteca, por até duas horas de graça! É só levar o ticket até a recepção e pedir seu carimbo. Ou, se você não estiver muito a fim de sair de casa, é só pegar o seu cartão da biblioteca (que também é free), fazer o login no site com seu número de registro e procurar por audiobooks para download. As bibliotecas daqui são FENOMENAIS!

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Entrada de uma das bibliotecas de West Hartford, “Noah Webster Public Library”

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Landon brincando de ser business man em uma parte da biblioteca rs

2 – O Walmart dos EUA é OUTRO mundo – Não dá nem para comparar com as unidades do Brasil, acredite! O Walmart daqui parece um shopping embutido em um supermercado, você encontra simplesmente TUDO nesse lugar. Não falo apenas dos mais diversos tipos de alimentos, mas também de roupas, maquiagem, remédios, bolsas, sapatos… e tudo su-per barato, como vocês já poderiam prever! Claro que não encontramos grandes marcas, pois ainda estamos falando de um supermercado, mas dá para comprar muita coisa boa. Não à toa é considerada a maior loja de varejo dos EUA.

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E quem não pira no Everyday Low Price? Blu-ray movies for only $7.88!

3 – Temos água de graça nos restaurantes e bares – É muito comum que os garçons já te tragam um copão enorme de água com gelo quando você chega em algum restaurante, e antes mesmo que você faça seu pedido. Ainda que você peça outra bebida, geralmente trazem a água de qualquer maneira. Ou se você estiver numa balada ou bar, morrendo de sede, não precisa pagar um absurdo por uma garrafinha, é só ir até o balcão e pedir ao bartender. Acredito que, no Brasil, você até consegue água de graça nos restaurantes (caso peça), mas se me derem um copo de vidro ou descartável com uma água que eu não conheço a procedência, eu certamente preferiria comprar uma garrafinha. Além do mais, aqui nos EUA você nem precisa pedir, é costume. Muitas vezes acabo ficando só com a água mesmo, pois além de economizar dinheiro (as bebidas aqui geralmente são muito caras, principalmente se considerarmos as taxas e gorjetas praticamente obrigatórias), também é mais saudável. Desde que cheguei aqui, conto nos dedos as vezes que tomei refrigerante! Foi um hábito bom que adquiri e que espero levar comigo para o Brasil.

Obs.: A a minha casa é uma das pouquíssimas que eu vi aqui que tem aqueles purificadores de água na torneira da cozinha. Algumas pessoas têm os filtros com galões ou compram garrafas de água como nós fazemos no Brasil, mas a maioria dos americanos que já conheci bebem água da torneira, que eles chamam de “tap water”. Fiquei insegura de fazer o mesmo nos primeiros dias, pois é um hábito bastante raro no Brasil, mas dei uma fuçada na internet e encontrei algumas pesquisas que garantem: a água da torneira dos EUA é 100% própria para consumo (dei uma ampliada na pesquisa e vi que, no Brasil, dependendo da região que você mora, a situação é a mesma! Pode ser inclusive mais seguro tomar água da torneira, por conta da má higienização dos galões vendidos). Agora faço isso com frequência e sem medo!

4 – Tudo tem preço baixo – Tá bom, tá bom! Sou bem suspeita pra falar desse assunto, e tá todo mundo careca de ler o que eu escrevo sobre a absurda diferença de preço dos vestuários entre o Brasil e os EUA, então não vou escrever mais nada a respeito. Mas eu precisava incluir isso nessa lista, porque o preço baixo não se limita às roupas, sapatos e cosméticos. Quase tudo é mais barato (é só comparar os valores dos brinquedos, eletrônicos, passagens aéreas e carros nos dois países). Os brasileiros são “roubados” em muitos aspectos, e isso também não é novidade para ninguém.

5 – Você tem 90 dias para se arrepender de uma compra e não precisa dar justificativas pra isso – E posso garantir que isso acontece, por experiência própria! Já devolvi uma saia que havia comprado e, após alguns dias, recebi o valor total da compra no mesmo cartão que eu havia utilizado. Já comprei uma bolsa e percebi que o zíper de um bolsinho frontal estava quebrado e, por causa disso, eles me devolveram 20% do valor total da compra – também no cartão que utilizei (só não me devolveram o valor integral porque eu fiz questão de ficar com a bolsa, sou apaixonada por ela). Já cheguei até a assinar o Amazon Prime por burrice acidente quando fiz uma compra no site. Eles cobraram $79 no meu cartão e eu fiquei FULA da vida, porque não queria nenhum dos benefícios de ser Prime… queria apenas meu dinheiro de volta! Entrei no site, procurei pelo Customer Service e selecionei a opção “Call me now”. No mesmo instante, recebo uma ligação de uma atendente do Amazon, perguntando em que poderia ajudar. Fui sincera e disse “assinei o amazon prime por acidente, mas eu juro que não queria fazer isso”. Imediatamente a moça responde “Tudo bem, Ms. Nobre, se tiver interesse, posso cancelar sua assinatura e a senhorita receberá seu dinheiro de volta num prazo de 3 dias”. E adivinhem o que aconteceu após 3 dias? Recebi os meus $79 de volta no meu cartão! Por que as coisas não são simples assim no Brasil? Por quêêê?

6 – O incentivo à prática de exercício físico é muito maior (e o preço também é justo) – A maioria das escolas públicas possui uma ótima estrutura para atividades esportivas, como grandes campos de futebol e/ou futebol americano e rugby, aparelhos de ginástica olímpica, quadras de basquete e vôlei, piscinas para natação etc. Praticamente todas as crianças americanas estão envolvidas em atividades extracurriculares quando não estão na escola. Meu menino de 5 anos, por exemplo, faz natação, tênis e futebol. Até mesmo meu baby de 2 anos faz “aula” de ginástica 1 ou 2 vezes por semana (nada profissional, só um lugar enorme com alguns brinquedos para que ele possa correr e fazer exercício) e aula de música e dança, que é bom para movimentar o corpo e desenvolver a coordenação motora. Eu não procurei academias para me matricular porque tenho a daqui de casa, como já comentei no post anterior, e porque gosto de correr até o Reservoir quando o sol não está muito escaldante. Mas sei que as academias possuem preços muito bons, pois andei pesquisando e vi que existe um plano anual na YMCA que, além de poder utilizar a área para musculação, também posso participar de aulas como yoga, body pump, spinning e dança, por 150 dólares! $150 POR ANO! ANO ANO ANO (eco para enfatizar a emoção). No Brasil, eu pagava no mínimo, 75 reais O MÊS para poder fazer apenas musculação numa academia FURRECA.

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Jack na aula de natação

7 – As pessoas saem de casa de pijama – All the time! Se tem algo que eu já reparei nos americanos é o seu imenso desprezo pela moda e certo descuido com a aparência. Sim, eles vão ao supermercado, padaria, banco, farmácia e todos os locais públicos que você possa imaginar com pijama e, muitas vezes, bem descabelados. Não estão nem aí para a opinião dos outros.

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Cena não tão incomum nos mercados dos EUA – Imagem roubada do google

8 – As festas de aniversário não são tão gostosas – Não tem brigadeiro, não tem caixas e mais caixas de coxinhas e bolinhas de queijo e, o mais estranho: NINGUÉM bate palma na hora do parabéns!!! Qual é a graça disso, minha gente?

9 – O GPS FUNCIONA de verdade – Essa é uma das mil vantagens de dirigir aqui. Além do carro ser automático, além do trânsito não ser caótico, além dos motoristas por aqui serem civilizados e respeitarem as faixas e sinalizações… o GPS funciona! Você não precisa se perder umas trezentas vezes antes de chegar no seu destino e também não corre o risco de levar um tiro na cabeça após ser levada até uma favela por um mero “engano” do navegador (comentário baseado em fatos reais). Basta colocar o endereço e seguir todos as direções que você chegará ao seu destino sã e salvo – e no tempo previsto, porque aqui não tem marginal tietê para enfrentar. Yay!

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GPS do meu carro

10 – Skype, Facetime e Facebook são REALMENTE excelentes ferramentas para aproximar as pessoas – Somos intercambistas privilegiados na era da tecnologia! O Skype e o Facetime possibilitam que os nossos familiares e amigos continuem participando da nossa vida, mesmo com tanta distância, o que ajuda a matar um pouco da saudade (ainda que seja só um pouquinho). E o Facebook serve para seus amigos que não têm tempo para falar no Skype acompanharem um pouco do que estamos vivendo no meio da loucura do dia a dia!

11 – Os pratos nos restaurantes americanos geralmente são enormes – Mesmo depois de um certo tempo morando aqui, ainda faço o mesmo comentário na maioria das vezes que o meu pedido chega na mesa: “This is HUGE!”. Sei que muita gente brasileira é consciente como eu e detesta desperdício de comida, mas é inevitável deixar comida no prato, a menos que queira engordar. C’est la vie en Amérique: o SMALL sempre vai parecer o LARGE (O mesmo vale para as bebidas).

12 – É possível viver sem ter medo de violência – e isso definitivamente NÃO TEM PREÇO.

É isso, gente… aos poucos reconhecendo novos espaços, novos hábitos… novas descobertas que fazem parte dessa experiência maravilhosa de ser intercambista! Rumo aos três meses de EUA 😉

Beijos e até o próximo post!

Social Security Number, Gillete Castle e Grass Island Cruise

Hello people! Tô de volta. E só o pó da rabiola!
Minha semana começou bem busy, mas tem sido produtiva… Trabalhei tanto até agora que nem vi o tempo passar. Por esse lado é bom, mas estou MEGA cansada! Segunda-feira, nas minhas duas únicas e sagradas horinhas de descanso, dirigi até New Britain para preencher o application de solicitação do meu Social Security Card. As pessoas geralmente fazem isso após duas semanas de residência nos EUA… eu fiz após dois meses! Tão preocupada essa menina!!! Mas isso só aconteceu porque eu fiquei cerca de um mês sem poder usufruir do meu carro, por ter esquecido a CNH no Brasil. Enfim, agora já tá tudo certo e foi muito mais simples do que eu imaginava. Só precisei mostrar meu passaporte e formulário de intercâmbio, e depois preencher um outro formulário com meus dados. O cartão chegará aqui em casa entre 10 e 14 dias. Tô precisando urgente disso para dar entrada na minha carteira de habilitação de Connecticut (é, por mais que eu não precise dela segundo as leis de trânsito do estado, meus hosts pediram para que eu a providencie de qualquer forma, pois fica mais barato para me incluir no seguro do carro) e também para efetuar minha matrícula oficial na universidade.

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4th of july week

Bom feriado, Brasil! Aqui nos EUA já é dia de labuta, pois nosso feriado prolongado aconteceu de quinta a domingo da semana passada.
Os dias que passei na casa do lago em New Hampshire renderam MUITO trabalho e 0,1% diversão! A casa é linda, toda rústica, o lago é imenso, tudo é maravilhoso… Me imaginei sozinha naquele lugar, sem três crianças, sem barulho, cochilando o dia inteiro, passeando de barco, lendo um livro na rede do jardim, assistindo um filminho à noite com a pessoa amada (tô meio brega ultimamente), mas obviamente não fiz nada além de trabalhar. Não posso reclamar, pois estava esperando por isso, e principalmente porque não precisei dividir quarto com ninguém (e a conexão wi-fi funcionava às mil maravilhas), o que preservou a minha tão amada privacidade durante as minhas curtas horas vagas.

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Garage Sale & Mystic Aquarium!

Quanto tempo, minha gente! O verão começou e eu estou sem tempo algum para postar neste blog. Isso significa que estou trabalhando o dobro do que costumava trabalhar quando cheguei, mas também tenho que dizer que estou me divertindo o triplo… tanto o trabalho como a diversão me consomem tempo e no momento não consigo priorizar o blog! O verão aqui nos EUA é “A ESTAÇÃO”, é quando todos estão desesperados para sair de casa, seja para viajar com a família, ir ao clube, fazer piquenique no parque, whatever, tudo para aproveitar os poucos meses que restam antes que o longo inverno nevoso retorne. Embora seja o período de férias da escola, muitas crianças (acima de cinco anos) ainda vão para camp durante o dia, onde fazem atividades como natação, aulas de tênis e brincadeiras diversas, e só retornam no meio da tarde. O jack começou o camp semana passada e está gostando, thanks god! No primeiro dia, ele chegou em casa dizendo que odiou e que não queria voltar, e a minha host mom diz “OK, você não precisa completar as cinco semanas de camp, você pode participar apenas esta primeira semana e depois descobriremos algo para fazer em casa durante o dia.” É neste momento que a au pair engole em seco, rezando para que este pesadelo não se torne realidade. Ter o Jack em casa o dia inteiro seria passagem direta para o manicômio, hahaha. Mas ele passou a gostar e tudo tem dado muito certo até agora. Esta semana fui buscá-lo no Hartford Golf Club, que é onde ocorre o camp, e ficamos na piscina o resto da tarde inteira. Ele já sabe nadar muito bem para um menino de cinco anos! E ainda é bem corajoso, pois pulou umas 20 vezes de um grande trampolim em uma piscina de 14 feet de profundidade, o que equivale a cerca de 4,5 metros. E eu lá no meio da piscina, salva vidas de primeira viagem, morrendo de medo que o moleque se afogasse! Mas não passamos por sufoco, grazadeus. Depois, fomos para uma parte um pouco mais rasa (cerca de 2,5 metros de profundidade), e eu disse que ia mostrar para ele que eu conseguia tocar o fundo da piscina com os pés. Mergulhei, e quando coloquei a cabeça para fora d’água, o menino estava gritando e começou a chorar! Pensei “pronto, ele se afogou em um milésimo de segundo e eu tô lascada”. Perguntei “o que hoooouve, honey?” e ele me responde “eu fiquei com medo que você perdesse a respiração e morresse”. HAHAHA Tadinho, fiquei com dó! Como eu gosto desse pivete!!!

Bom, meu fim de semana, para variar, foi sensacional! Fui para o aquário de Mystic, que fica a cerca de duas horas de distância de West Hartford. O lugar é lindo, e tive a sorte de pegar um dia bem ensolarado, sendo que a previsão do tempo era de chuva (por isso pensei no aquário). Vi baleias, leões marinhos, tartarugas (paixãozinha), peguei passarinhos e calopsitas na mão, vi show com várias focas dançando, batendo palmas, nadando… Coisa mais bonitinha! No mesmo aquário, há uma exposição especial TITANIC, com fotos, filmes explicativos sobre a busca pelo navio, representação do tamanho do iceberg com o qual o navio se chocou, representação de como o navio e alguns objetos ficaram anos após o naufrágio. Foi uma grande surpresa, pois eu não sabia que essa exposição existia, e tão pertinho de mim… Quem me conhece sabe que eu tenho uma paixãozona pela história do Titanic, e principalmente pelo filme do James Cameron, com todo aquele romance meloso Jack&Rose… Haha

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