“A minha voz continua a mesma, mas os meus cabelos…”

Gente, existe algo melhor que comprar… Comprar tudo baratinho! 😉 E coisas BOAS, de alta qualidade mesmo! Acho que esta é uma das maiores vantagens de morar nos Estados Unidos. Já comentei com vocês sobre as roupas e sapatos que comprei desde que cheguei, mas não para por aí nãão… Eu sou uma garota extremamente vaidosa e sempre dei muuuito valor a todo tipo de cosméticos, então já comprei alguns bons produtos para cabelos e pele, que são dos deuses! Eu já sabia exatamente o que eu queria comprar quando cheguei aqui – são produtos que sempre quis ter, mas nunca tive coragem de pagar tão caro no Brasil. Que mulher vaidosa neste planeta não gostaria de comprar Victoria’s Secret, L’Óreal e Aussie a preço de banana? Comprei o conjunto shampoo + condicionador + hidratante L’Óreal Professional Absolut Repair por 60 dólares no Amazon (recebi dois dias depois), sendo que no Brasil pagaria o mesmo valor só pelo hidratante. Semana passada, peguei o carro e fui para o Walmart, meu refúgio favorito, e achei aquele hidratante Aussie por apenas 3 obamas, um protetor térmico para uso de secador por $2, e o shampoo tamanho família por $4! Pirei! Estou alternando o uso das duas marcas e, por incrível que pareça, acho Aussie MUITO melhor que L’Óreal. Pelo menos no meu cabelo, tanto o shampoo quanto o hidratante fazem milagre! Maciez, brilho, movimento, além do cheirinho gostoso de sei lá o quê (só sei que é bom!). Já posso virar garota propaganda da marca!!! Hahahaha. Estou numa fase cabelística muito feliz!!!
Também encontrei uma base da Revlon no Walmart por 10 dólares (cerca de 80 reais no Brasil) e uma L’Óreal por 12 dólares (não sei quanto custa no Brasil, mas certeza que o dobro ou triplo desde valor). Ahhhhh… Rímel Volume Colossal da Maybeline por 6 doletas, miinha gente!!! Até caiu uma lágrima do meu olho quando vi! Lembrei das inúmeras vezes que tive que pagar 30 reais pelo mesmíssimo produto. Há algumas semanas atrás, passei na Victoria’s Secret do shopping que fica perto da minha casa e comprei duas body butters, um outro hidratante corporal e um creme para as mãos… Tudo por $32! Body butter, para quem não conhece, é um tipo de hidratante 200% mais eficaz hahaha Hidrata muuuito. Sem contar com as fragrâncias maravilhosas que encontrei! Tô mais CHÊRÓSINHA e SOFT agora HAHA 🙂

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Philadelphia/PA, Richmond/VA and Washington/D.C.

Hoje eu vou contar tudo sobre a minha mais recente aventura aqui nos EUA: primeira viagem com a minha host family! Além de ter sido uma super FREE trip, uma vez que não tive que me preocupar com os custos do hotel (e que hotelzááásso), alimentação, ingressos para museus e etc., também foi uma grande oportunidade de ficar mais próxima de todos, principalmente dos meus nenéns, que eu amo de paixão. Tanto em New Jersey quanto em Washington DC, ficamos hospedados no hotel Marriot, mas tive que dividir um quarto com a minha host e com a baby Sydney. Apesar da falta de privacidade, não foi uma experiência de todo ruim! Conversamos bastante (improving my english HAHA) e sinto que estamos cada vez mais amigas.

Um dos poucos lados negativos de viajar com eles foi ficar cerca de nove horas dentro do carro (contando com rápidas paradas para ir ao banheiro ou comer algo), e isso não é muito legal quando se tem um menino de dois anos e uma neném de seis meses a bordo, pois significa altos gritos e consequente dor de cabeça durante a maior parte do caminho. O boy de cinco anos foi o que mais se comportou (para a minha surpresa, pois ele costuma ser master pestinha sempre).

Saímos de Connecticut quinta-feira à tarde e chegamos em New Jersey por volta das 21:30. A intenção, como eu já havia comentado no post anterior, era passar a noite em NJ e seguir caminho para o Sesame Place, que fica no estado da Pennsylvania. Porém, a previsão do tempo era de chuva para toda a sexta-feira (e, como todo bom americano, meus hosts confiam cegamente na previsão do tempo), o que os fez mudar de ideia: resolveram visitar algum museu em Philadelphia e depois seguir caminho para Richmond (nem preciso dizer que AMEI a ideia, né? Haha). Na manhã de sexta, demos uma volta pela famosa Princeton University, onde meu host se formou em economia (garoto danado!) e depois seguimos para Philly. Sempre quis conhecer a cidade e, como era de se esperar, fiquei apaixonada! Uma delícia de cidade grande, me lembrou um pouco de Nova Iorque. Passamos em frente aos “degraus de Rock” (que dão acesso ao Museu de Arte de Philadelphia e que apareceram no filme “Rock Balboa”) – pena que não paramos para tirar foto. O topo da escadaria oferece uma super vista panorâmica da cidade, deve ser incrível. Um dos motivos para voltar a visitar Philly em uma próxima oportunidade! Falando em personagens televisivos, não pude passar pela cidade sem lembrar de “Um Maluco no Pedaço”, né? Haha Passei toda a minha adolescência ouvindo o Will falar de Philadelphia, é muito lindo pensar que tive a chance de fazer um pequeno passeio pela cidade. Visitamos o Please Touch Museum, que é uma espécie de parque de diversões para crianças pequenas, muito bem decorado.

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Viagem para Rhode Island!

Geeente, estou cheia de coisa para contar e não sei nem por onde começar. Vou tentar fazer aquele resumão de sempre! Semana passada trabalhei apenas de segunda à quarta-feira, pois os avós das minhas kids, que moram em New Hampshire, vieram para a colação de grau do Jack e fizeram questão de ficar com os babies até sexta, dia que foram embora. O Jack fechou a preschool agora e iniciará o kintergarden no outono (aqui os semestres são divididos pelas quatro estações), com duração de um ano, sendo este o início da sua educação “formal”. O sistema educacional daqui é bem similar ao do Brasil.

Mas entããão, voltando para a parte boa: tive a quinta e a sexta off e, como sempre, não quis ficar morgando e descolei uma fast trip para Newport, Rhode Island (estado que fica coladinho com Connecticut). Fui com o meu companheiro de aventuras Tommy, já apresentado nos posts anteriores. Saímos de CT na quinta-feira de manhã e dirigimos até Newport por cerca de duas horas. Chegando lá, fizemos o check-in no hotel, trocamos de roupa e fomos para a praia! Newport é uma cidade bem bonitinha, me lembrou um pouco a minha amada Ilhabela (que é infinitamente mais bonita, não dá nem para comparar). Em termos de beleza, a praia não me agradou tanto…. Acho que vai ser difícil achar alguma que me agrade aqui, depois das maravilhas que já conheci no Brasil. Mas, de qualquer forma, me diverti! Principalmente com a quantidade enorme de Larídeos (aves marinhas, em que se classificam as gaivotas e afins) que encontramos lá. Voando para todo lado, tomando banho de mar, “deitados” na areia pegando uma cor. Resolvemos comprar batatas fritas e voltamos para as nossas cadeiras e, depois de alguns minutos, olhamos para trás e demos de cara com cerca de 15 larídeos bem pertinho de nós, calculando o momento certo para roubar nossas batatinhas… HAHA Eles são os donos da praia!!! Ps. É a terceira vez que visito uma praia aqui nos EUA e mal coloco meus pés no mar, as águas sempre geladas… Preciso ir para a Flórida urgente! rs

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I’m such a good driver!

Heeeello folks!
Vim informar que FINALMENTE passei pela prova de fogo que quase toda au pair precisa passar um dia: dirigi com o host dad pela primeira vez! E isso demorou quase um mês para acontecer porque a criatura esperta que vos fala esqueceu a Carteira de Habilitação Nacional no Brasil, crente que a internacional seria suficiente aqui. Neste país, muitas regras (não só no que se refere ao trânsito) podem variar de estado para estado. Aqui em Connecticut, por exemplo, eu posso dirigir apenas com a minha CNH + PID (Permissão Internacional para Dirigir – um pequeno livrinho que consiste simplesmente na tradução da CNH para diferentes idiomas) durante o meu primeiro ano. Já em outros estados (como Georgia, Ohio, Arizona, etc.), é necessário passar por todo aquele processo chato para obter a habilitação do próprio estado. Ainda bem que estou livre disso, pelo menos durante os primeiros doze meses (se é que eu vou ficar mais que isso, este é o maior ponto de interrogação na cabeça de qualquer au pair). Então, tive que esperar minha mãe e meu amado amigo Catão me encaminharem a CNH pelos correios, que só consegui receber terça-feira passada. Acho que meus hosts já estavam querendo me matar, provavelmente imaginando que essa história era pura enrolação da minha pessoa… Mas enfim chegou o tão temido momento! Vamos lá dirigir um Acura MDX gigante e deliciosamente automático em tudo: desde o câmbio aos retrovisores e bancos. Já na garagem, o host me questiona, meio desconfiado: “eu tiro o carro da garagem e você pega na rua…?” e eu respondi com um sorriso meigo “posso tirar?”. E acho que eu me saí muito bem do começo ao fim, pois tudo que o fofo dizia no caminho era “good, good, right, you’re good, well done”. Fizemos um trajeto de uns 45 minutos, passamos pela escola das crianças e pelo centro de West Hartford e voltamos para casa. No caminho de volta, paramos em um semáforo e o host me diz algo que me fez ganhar o dia: “you’re such a good driver!”. Até gaguejei para dizer “thanks” de tão alegre que fiquei! Agora só falta eu ter o MEU carro, né? Antes de vir para cá, conversei várias vezes com eles sobre isso e eles garantiram que eu teria um carro só para mim (a propósito, este carro seria justamente o Acura MDX, que o fofo está dirigindo desde o dia que eu cheguei). Agora eles disseram que pretendem vender um dos três carros que eles tem, que parece um micro ônibus de tão gigante (nunca me atentei à marca e ao modelo, sorry) e que eles nunca usam (fato), para comprar um menor para mim. Disseram que estão pensando em um Toyota Prius, mas que não tem certeza ainda, pois precisam se certificar que há espaço suficiente para os três cars seats dos meus nenéns. Viver aqui onde vivo sem carro é definitivamente IMPOSSÍVEL, pois absolutamente tudo fica longe de mim. Não existe aquela história de pegar uns trocados e ir a pé comprar um pão na padaria ou sequer pegar um ônibus para dar uma voltinha no shopping (ÔNIBUS? O que é isso? É de comer?). Além do mais, começarei a estudar em breve e não posso depender de host mom para deixar e buscar na universidade, né? Isso vai ser um ótimo estimulo para comprarem meu poçante o quantos antes.

Todo este tempo dependi das caroninhas das amigas e, principalmente, do meu quiriiiiido super master mega advanced friend Tommy, que sempre me acompanhou em shoppings, barzinhos, mercados, restaurantes e NYC centenas de vezes… E detalhe: sempre me deixou dirigir o carro dele! Um tchuco!

By the way, quem me conhece, sabe o quanto eu AMO dirigir e o quanto AMO minha independência… Então mal posso esperar para ter o meu carrinho aqui!

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