Memorial Day Weekend

Geeeente!!! Estou me esforçando horrores para atualizar este blog com frequência, mas confesso que muitas vezes me invade uma preguiça gigantesca e minha única vontade é ficar deitada olhando para o teto no meu tempo off. Quando eu fico livre do trampo, preciso ficar horas em silêncio, descansando meus ouvidos, que ecoam chororô de neném e gritos de criança!

Hoje foi um dia daqueles so fucking hard! Acho que trabalhei por cada cidadão brasileiro que estava curtindo seu feriado de pernas para o ar e terminei o dia com dorflex na veia (mamãe vai adorar esta parte).

Mas vamos ao que interessa… fofocas! Este último fim de semana foi lindo! Cumpri os planos que comentei no post anterior e voltei para NYC no sábado, desta vez para visitar o museu de cera Madame Tussauds e o famoso Empire State Bulding, um arranha-céu de 102 andares localizado na 5ª Avenida com a West 34th Street. Após a destruição do World Trade Center em 2001, o Empire State Building recebeu novamente o título de edifício mais alto de Nova York. A vista é simplesmente incrível de lá de cima! E olha que eu só fui até o 86º andar (de onde um doido se jogou em 2004), pois não tive coragem de pagar as 52 obamas que eles cobram para subir até o fim. A propósito, antes mesmo de chegar no Empire State, já fui abordada por trocentos cambistas tentando vender os tickets para ir ao topo, com o argumento que têm o preço melhor. Eu e meu amigo resolvemos comprar de um cara que estava vendendo pela METADE do preço e, ao chegar na porta do edifício, fomos abordados por um policial, que disse que compramos um ticket que viola o sistema interno de vendas deles e blá blá blá. Eu já tremi na base pensando que estava #%^&$@, mas muito pelo contrário… O policial foi super simpático e disse que não tinhamos culpa de nada, que só o cara que nos vendeu estava encrencado (que dó). Então o puliça nos meteu na frente de uma fila enorme (fomos silenciosamente xingados por uma galerona) e nos escoltou até o topo do prédio, ou seja: economizamos dinheiro e ainda furamos uma puta de uma fila! Me senti uma Very Important Person, HAHAHA! Somos sortudos demais!

20130530-203754.jpg

Continue reading

Advertisements

Schedule – Minha rotina!

Neste post irei comentar um pouco sobre minha rotina aqui.
Esta semana foi super difícil para mim, mas finalmente chegou ao fim (hoje é sábado e segunda é FERIADO Memorial Day, THANKS GOD!).

Uma das coisas mais cansativas da rotina é ter que estar com os dois meninos juntos (Jack – 5 anos e Landon – 2 anos), considerando que o Jack simplesmente detesta a presença do Landon e a possibilidade de brincarem juntos ou de dividir os brinquedos, como já comentei em um dos posts anteriores. Eu já fiz o máximo que pude para tentar convencê-lo a não roubar os brinquedos que o Landon pega, parar de empurrá-lo ou mordê-lo o tempo todo, mas percebi que não tem jeito depois que ele acertou uma peça de lego bem na região do supercílio do pequeno, antes mesmo que eu voasse para cima dele tentando impedí-lo. Pronto, o menino dispara a chorar, a testa dispara a sangrar e eu disparo a correr pela casa desesperada, tentando estancar o sangramento. Eu imaginei que a mãe fosse fazer um escândalo quando visse, mas não… Continuou limpando o sangue com um lencinho que eu havia pegado, ficou fazendo carinho e deu uma pequena bronca no mais velho do tipo “vá para seu quarto e pense bem no que você fez”. Quando ele saiu do quarto, ela disse “Awwww honey, você precisa de um abraço? Vem cá com a mamãe”. Aaaaahhhh não, mas se fosse minha mãe, já tinha dado uns berros e umas boas chineladas para aprender a lição (não sou a favor das chineladas, mas o menino podia ficar PELO MENOS sem o abraço). Depois deste caso, estou mantendo os dois BEM distantes um do outro quando estamos no playroom. Se o Landon demonstra interesse em se aproximar do Jack, eu já corro para tentar distraí-lo com qualquer outra coisa. Até que esta estratégia tem dado certo, embora eu não concorde que as crianças cresçam sem aprender a dividir as coisas.

Bom, eu acordo às 06:00 todos os dias, tomo banho, escovo os dentes, visto uma roupa confortável e dou uma enroladinha. Desço para tomar café da manhã às 07:00, quando o pai já tirou os pimpolhos da cama e está servindo os cereais deles. Depois que todos comem, ajudo o pai a limpar a sujeira que eles fazem, e subo com os dois para arrumá-los para ir à escola. O Jack é super independente, apesar da pouca idade, e se veste sozinho (só preciso apressá-lo, porque a lerdeza sempre reina no quesito vestir-se. Geralmente brinco de contar até 20 e ele tem que se vestir dentro deste tempo… Funciona quase sempre! Haha

20130524-164321.jpg

Continue reading

Compras, NYC e Baseball Game!

WARNING: POST LONGO PARA DEDÉU

Prometo que vou tentar dar uma resumida nas fofocas do fim de semana, que foi beeem corrido! Sexta-feira foi um dos dias mais felizes aqui, pois fui para um local em Clinton – Connecticut que tem zilhões de outlets, diveeersas marcas! Fiz a FESTAAA! Só de escrever sobre isso, meu coração consumista pula de alegria! HAHAHA Comprei suéteres da GAP; blusinhas, vestidos, shorts, meias e mais suéteres da Tommy Hilfiger; calça, blusa e tênis da Nike; blusinhas H&M + 1 suéter quentinho estilo vovó que comprei para usar de pijama, no qual paguei 1 dólar e 36 cents. UUUM dólar!!! E tive de 60% a 80% de desconto em todas as outras coisas que mencionei acima. Agora posso ficar sem comprar roupas por um tempinho… (Ahhhhhhhhh).

20130520-204123.jpg

Continue reading

I made it through my first week!

Yay! Hoje completo uma semana na casa da minha host family. Já vivi tantos momentos diferentes e já me sinto tão em casa que parece que estou aqui há mais tempo! Eles me tratam super bem e se preocupam comigo sempre. Ontem minha host mom elogiou o meu trabalho e disse as crianças já me adoram (eu tenho me esforçado muito para isso). Também tento ser pró-ativa e tomar a iniciativa para fazer determinadas coisas que não são minhas obrigações, por mais que minhas responsabilidades se limitem às atividades relacionadas exclusivamente às crianças. Afinal, eu vivo na mesma casa que eles e posso usufruir de tudo (até da academia) “de GRÁTIS” rs. Não custa nada dar uma mãozinha extra, né? Considero isso muito importante.

Comentei com eles que fui na Apple Store de um dos shoppings aqui de West Hartford, pois estava pensando em comprar um iPhone que eu pudesse usar tanto aqui quanto no Brasil, quando eu voltar. O vendedor da loja me explicou que tenho a opção de comprar um iPhone 5 por US$ 199, por exemplo, em um contrato de dois anos com a AT&T ou T-Mobile (operadoras daqui dos states), mas não poderia utilizá-lo no Brasil. Para isso, eu teria que comprar um desbloqueado por US$ 549. Isso me desestimulou um pouco e preferi esquecer essa ideia, afinal, economizei todo o meu rico dinheirinho para pagar meus estudos aqui. Mas aí meu host dad fofamente me ofereceu o antigo iPhone 4 dele, que estava com a tela quebrada, e disse que eu poderia procurar uma forma de consertá-lo e usá-lo durante o tempo que irei morar aqui. Levei no shopping hoje, paguei 90 dólares pelo conserto e pronto! iPhone semi novo em uma hora 🙂

Quanto às minhas crianças, devo dizer que esperava que eles fossem lindos anjinhos e descobri que são pequenos monstrinhos danados, como quaisquer crianças, mas super bem educados pelos pais e isso conta MUITO na vida de uma au pair. É muito bonitinho ver um pivetinho de dois anos dizer “please”, “sorry” e “thankiiiiu” em diversas situações. O único ponto negativo é que o de cinco anos é muito ciumento e passa a maior parte do tempo roubando os brinquedos do menor e querendo bater nele (que ódio). Mas ele é um bom menino e conversa muito comigo, tem me ajudado com o inglês! Ambos adoram brincar e não precisam de muito para soltar boas gargalhadas, então qualquer brincadeira que eu invento, eles adoram. O que eles mais gostam é que eu corra atrás deles ameaçando fazer cócegas. Eles podem correr por HORAS, mas são muito rápidos e a miss Andy (é assim que eles me chamam, nhoi) ainda está reaprendendo a lidar com tanta energia assim, depois de quase três anos de sedentarismo. Por enquanto, não fico muito tempo com a neném de cinco meses, geralmente só ajudo a segurá-la e distraí-la por uns instantes quando a mãe está ocupada (a mãe não voltou a trabalhar ainda e isso é ótimo para mim, pois ela me ajuda muito).

Continue reading

Dá para viver nos Estados Unidos sem virar uma bolinha?

Mesmo morando aqui há apenas dez dias, posso afirmar com convicção que é possível sim viver aqui sem engordar! Eu diria que é até mais fácil emagrecer do que no Brasil, porque temos longas vizinhanças arborizadas onde podemos caminhar livremente ao som dos passarinhos e, se todos tiverem sorte como eu, em menos de 10 minutos de caminhada poderão encontrar um imenso reservatório para admirar enquanto se exercita.

Claro que tudo depende, principalmente, dos hábitos alimentares que você tinha no seu país de origem e da sua disposição para evitar os fast foods da vida, que estão por toda parte. O bom é que sempre há uma alternativa um pouco mais saudável, onde quer que você vá! Nos mercados, encontramos diferentes tipos de frutas (seja com casca ou picadinhas, dentro de um recipiente plástico), sucos, cereais, pães, alimentos integrais, arroz, feijão, whatever! E, diferente do que eu imaginava, os preços destes tipos de alimentos não são altos. Tudo bem que você geralmente paga um pouco menos por um pacotinho de M&Ms do que por um de feijão, mas é tudo uma questão de escolha.

Eu tenho a felicidade de estar em uma família que tem uma alimentação relativamente saudável. No café da manhã, eu como exatamente o que comia no Brasil: pão de forma torrado com manteiga e cereais com leite. No almoço… Bem, o almoço não existe para eles. Quando bate a fome, algumas horas após o café da manhã, eu como um sanduíche de queijo e um copo de suco de laranja ou apenas uma banana e that’s all.

O jantar é a refeição principal para os americanos, e aí sim eles preparam coisas gostosas. Minha host mom cozinha super bem e faz um cardápio diferenciado a cada dia. Aqui já jantei frango + brócolis + batata assada, carne moída + milho + purê de nãoseioquê picante (não entendi quando ela explicou e desisti de perguntar quando ela repetiu pela quarta vez), carne vermelha + milho (parece que o milho faz o papel do arroz). Desde que cheguei aqui, só comi hambúrguer UMA vez (yay!) e deixei mais que a metade na bandeja (isso porque pedi o menor de todos). Nojinho dos fast foods daqui, não sei por quê. Grazadeus né, porque o meu maior medo era chegar aqui e ser obrigada a comer apenas porcarias. Acho que vou conseguir manter meu peso durante este ano!

Além do mais, eu tenho dois mostrinhos que adoram correr para todo lado, então estou sempre me movimentando. 🙂

20130521-133858.jpg

Continue reading

“Don’t you want your penny back?”

Durante a semana do treinamento, em um dos intervalos de 15 minutos que tínhamos entre as aulas, fui comprar um frapuccino no Starbucks (a propósito, incrívelmente mais barato do que no Brasil: cerca de US$ 3 por bebida – dependendo da sua escolha, pode custar até, no máximo, dois dólares a mais), e resolvi pagar em cash. Conferi o troco bem rapidamente (leia-se NÃO conferi) e corri para a sala de aula, pois não poderia me atrasar (mais um adendo: os americanos são EXTREMAMENTE pontuais. É incrível). No break seguinte, fui procurar um docinho para comer (gordices sempre) e, na hora de pagar, peguei minhas moedinhas e fiquei observando até descobrir quanto valiam (ainda não sou muito boa com isso rs) e, de repente, me deparo com duas moedas da JAMAICA! Pois é, também me questionei como aquelas moedas foram parar na minha carteira. Perguntei para a moça do caixa e ela apenas respondeu “this is not US money!” Claro que voltei no Starbucks para quebrar o barraco (mentira, eu costumo ser gentil) e perguntar quem me deu aquilo de troco, mas ninguém sabia do que se tratava. OK, all my fault, eu deveria ter conferido o meu troco antes. Paguei os US$ 2.99 pelo chocolate que escolhi (a lojinha do hotel mete a faca mesmo, mas os chocolates geralmente são mais baratos nos mercados), coloquei-o em uma sacolinha, virei-me e comecei a caminhar… até que a moça do caixa grita: “Não vai querer seu 1 centavo?”. É isso mesmo que você leu, aqui eles devolvem every single penny! Diferente do Brasil, que não recebemos nem as famosas balinhas no lugar de 1 ou até 4 centavos. Acho isso o MÁXIMO! Tenho que providenciar um cofrinho para colocar minhas moedinhas de 1 cent o quanto antes, assim estarei quase RHYCA quando eu voltar para o Brasil. Huahuahua

Agora tenho que buscar meus pimpolhos na escola! Mais tarde escrevo sobre os famosos preços baixos aqui dos EUA.

Bye! 🙂

Resumo da primeira semana nos EUA

Cheguei nos Estados Unidos e fui imediatamente bem recebida (só que não), na conexão que fiz no Aeroporto Internacional de Miami. Junto com, aproximadamente, 40 outros intercambistas (incluindo 20 au pairs brasileiras), fui parada pela imigração e fiquei presa dentro de uma sala por QUATRO horas, esperando a liberação do meu passaporte e do meu formulário de intercâmbio DS 2019. Ninguém nos deu a mínima satisfação do que estava acontecendo… E quando perguntávamos, eramos ignoradas. Acabamos perdendo o nosso voo para New Jersey, onde acontece o treinamento da AuPairCare – agência pela qual estou fazendo o intercâmbio. Enfim, tive que esperar mais 5 horas para pegar o novo voo – o que não foi 100% ruim, pois pude passear bastante dentro e fora do aeroporto – até finalmente chegar no hotel Sheraton, onde fiquei hospedada por quatro dias para participar do treinamento

Continue reading